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29 de outubro de 2012

11 de julho de 2012

Entrevista: Martin

O Martin deu uma entrevista a um site.
Podem ver o original aqui.

1. O que levou a decidir lançar "Be Your Everything" como o primeiro single do álbum Crazy World?
Nós sentimos que essa música era a melhor ponte entre os dois primeiros álbuns dos Boys Like Girls e o Crazy World. Esta era a música a que as pessoas começaram a reagir quando ouviram e isso é muito importante. Nós queríamos a melhor maneira de abrir a porta para um álbum completamente novo.

2. Já passaram quase três anos desde que foi lançada uma nova música dos Boys Like Girls. Tiraste um tempo longe dos teus colegas de banda e viajaste até Nashville. Que mudanças durante este período inspiraram uma nova mudança musical?
Quando foi a primeira vez de fazer um novo álbum dos BLG, o panorama musical era muito assustador - os programadores da rádio estavam a pedir por misturas de músicas sem guitarras e as bandas estavam a ser faseadas para fora da cultura pop; nós fizemos uma gravação que soava um pouco forçada e deitámos fora. Foi preciso alguma pesquisa e escrever músicas apenas por escrever - escrever sem intenção de para o que seria a música ou onde iria estar num álbum específico. Para reunir as canções certas para este álbum eu tive de fazer uma pausa fora da caixa dos nossos álbuns anteriores e a pressão para escrever algo que fosses honesto e sobre o que eu pensava que os nossos fãs iriam querer ouvir.

3. "Be Your Everything" é uma canção muito emocional, natural e vulnerável. Tu disseste que a única vez em que realmente te expressas é na tua música. Isto parece ser um pensamento assustador visto que a tua música está constantemente a ser criticada e há pressão para produzir hits. Como é que metes a pressão de lado e te permites a ser real na tua música?
Eu tenho escrito músicas desde os sete anos, é o que amo fazer. Houve uma altura em que eu estava mesmo assustado sobre o que as pessoas iriam pensar e isso fez-me perder a o fio condutor um pouco. As melhores músicas surgem quando não as meto numa caixa como músicas dos Boys Like Girls. Escrever com uma quantidade de outros artistas e trabalhar em outros projectos nestes últimos anos ajudou-me muito para libertar a pressão. Estou a começar a deixar-me divertir com algo que me faça sentir bem e real, e depois largar e tentar ficar fora dos resultados. Muito do sucesso e do que faz um hit não tem nada a ver com a escrita da música. Eu apenas posso ter uma obsessão tão grande ou fico louco.

4. Tu escreveste músicas para alguns dos maiores nomes do meio. Qual é a diferença entre escrever para os  BLG e para outros? Tens a mesma aproximação?
Cada música é a sua própria besta. Há músicas neste álbum que não foram com intenção de serem para os BLG e pelas quais me apaixonei e tive que as manter. Há um factor "it" na escrita de músicas que eu não consigo explicar - entras num quarto com um amigo, co-escritor ou outro artista e algumas horas mais tarde depois de três chávenas de café tu acabas uma música. Talvez seja bom, talvez não, mas há uma magia nessas horas que é difícil de explicar. É como desmaiar - nunca sabes o que vai acontecer.

5. Os BLG apareceram em cena quando tinhas apenas 19 anos. Como é que o novo LP Crazy World reflete o teu crescimento e a evolução da banda desde que ganharam notoriedade em 2006?
Eu acho que há muitos comentários neste álbum sobre o quanto o mundo mudou nestes 6 anos. Penso que há uma notória diferença nas dinâmicas - quando tinha 18 anos eu apenas queria ouvir guitarras e coros enormes que eu pudesse cantar bem alto. Eu acho que nos fixámos e não estamos a tentar atacar o ouvinte assim tanto.

Entrevista Buzznet

O Paul respondeu a uma entrevista da Buzznet.

Buzznet: Há algo que os fãs não saibam sobre ti? 
Paul: Eu digo tudo, sem segredos!

Qual o melhor presente/carta ou encontro com um fã que já tiveste?
Aconteceram tantas coisas boas nos últimos anos... Posso contar que recentemente o nosso amigo Ivo veio do Brasil com uma amiga para nos ver atuar no Bamboozle em NJ. Nós saímos da pré-festa no W em New York e pudemos passar um tempo antes do concerto de dia.

Qual seria o encontro de verão perfeito?
Na praia, à noite. Bem tarde quando está frio e vento e não há ninguém por perto. Só os dois a ohar para o oceano.

Quais foram as tuas férias de verão preferidas?
Nunca fui muito uma pessoa de férias. Eu amo fazer viagens de alguns dias na minha mota e acampar.

Alguma sugestão de um livro para o verão para os fãs?
"A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafon. Uma história incrível que me fez chorar mais do que uma vez. Também "You Are Not So Smart" de David McRaney. Faz o teu cérebro funcionar. Mudou a forma como vejo o mundo.

Tobogã aquático ou montanha russa?
Tobogã, sem dúvida. A não ser que tenha band-aids (pensos-rápidos) a boiar na água. A montanha russa faz-me vomitar durante dias.

Cachorro quente ou hambúrguer? 
Cheeseburger duplo com bacon, cogumelos, cebols, maionese picante e ketchup.

Piscina ou praia?
Praia, claro.

Beach Boys ou Beastie Boys?
Tenho de dizer Beastie Boys. A minha geração. Tantas músicas que me lembro da minha infância, que grupo fantástico.

Raparigas de biquíni ou de fato de banho?
Honestamente, gosto de ambos. Estilos diferentes funcionam para raparigas diferentes. Eu amo a época do verão.



Fonte. BLG BR

14 de junho de 2012

Dani Vitale, amiga da banda, entrevistou-os depois da atuação no Bamboozle.
Entrevistou também o Morgan, o novo baixista da banda, sendo que esta foi a 1ª entrevista que ele deu.



21 de maio de 2012

FUSE TV

Mais uma entrevista em que a banda anuncia que o próximo album irá sair no outono.

14 de dezembro de 2010

Entrevista: Rádio Disney

Na passagem dos Boys Like Girls pelo Brasil, a Rádio Disney aproveitou para fazer uma entrevista a banda.



"Entrevista exclusiva para a Rádio Disney
Numa divertida conversa, Martin, Paul, John e Bryan disseram que mal podem esperar para tocar aqui no ano que vem, que não imaginavam ter tantos fãs e que eles fossem tão fiéis e divertidos.


Rádio Disney: Vocês ficaram surpreendidos pelo como foram recebidos no Brasil?
Martin: Sim, estamos tão animados em estar aqui, não vemos a hora de voltarmos em Abril, nós viemos apenas pra promover a banda, para que as pessoas conhecessem o nosso trabalho e não sabíamos que tínhamos tantos fãs, e estamos muito felizes de ver isso, os fãs são muito animados e divertidos, estamos muito agradecidos por isso.

Rádio Disney: Martin, postaste no Twitter que nunca tinhas recebido tantos beijos no rosto como aqui no Brasil. Isso não costuma ser comum noutros lugares como os Estados Unidos, foi estranho no começo?
Martin: Não, eu não tive nenhum problemas com isso. As pessoas são muito mais amáveis aqui, e isso tudo mostra que os fãs gostam de nós, não tive problemas com isso...
Paul: No início assustou-me, nunca tive tanta gente ao meu redor, algumas raparigas chegaram até a puxar o meu cabelo (risos).

Rádio Disney: Vocês tiveram tempo de passear por São Paulo?
Martin: Nós gostaríamos de conhecer as churrasqueiras, porque nós não temos isso nos Estados Unidos, e também as baladas, mas viemos apenas para promover a banda, queremos muito voltar para tocar e ter tempo de fazer essas coisas.

Rádio Disney: Vocês têm viajado por todo o mundo a dar concertos, têm tempo de conhecer melhor as cidades, os lugares interessantes?
Paul: Algumas vezes sim, mas estamos sempre a correr a tocar. Tivemos sorte de dar uma volta por aqui.
Martin: Esta cidade é enorme, umas dez vezes maior do que Nova York, e estamos a adorar a experiência cultural que estamos a viver.

Rádio Disney: Vocês participam em algumas campanhas de beneficiência, qual a importância disso para vocês?
Martin: Acho importante espalhar o amor que temos recebido, somos abençoados por estarmos numa posição em que podemos ser ouvidos por muitas pessoas, e temos que usar isso. Acho que fazer o bem só traz coisas boas de volta. Temos recebido tantas coisas boas, queremos fazer com que o mundo seja melhor, este é nosso sonho e por isso fazemos essas campanhas.

Rádio Disney: Como o download ilegal de músicas tem afetado o vosso trabalho?
Martin: É um pouco assustador. Acho que como banda temos que aceitar que hoje em dia as nossas músicas estão disponíveis de graça e que não há muito que possamos fazer.

Rádio Disney: Qual a importância da internet para a banda? Vocês usam Twitter, Facebook, MySpace?
Martin: Sim, isso tudo.
Bryan: Mas preferimos encontrar as pessoas pessoalmente. A internet é boa para dizermos às pessoas onde iremos estar, ou sobre as novas músicas que estamos a fazer, sobre os concertos, é bom para essas coisas. Mas gostamos de interagir pessoalmente com as pessoas, encontrar os fãs ao vivo, dar autógrafos. Isso é bem bom.

Rádio Disney: E como foi trabalhar com a Taylor Swift na música “Two is Better than One”?
Martin: Foi muito fixe, foi muito bom ter a participação dela. Nós fizemos a música e sentimos que estava a faltar alguma coisa. De caras escolhemos-a e ficou muito bom, foi muito fixe mesmo.

Rádio Disney: Vocês pretendem ter a participação dela em algum concerto?
Martin: Só fizemos isso uma vez, foi no Madison Square Garden em Nova York, que é um lugar bem grande, foi muito bom.
Paul: Mas para os próximos não sabemos ainda.

Rádio Disney: O que vocês querem dizer aos vossos fãs brasileiros?
Martin: Esta semana foi uma das melhores da nossas vidas, vocês são os melhores fãs do mundo, vamos voltar em Abril pra fazer vários concertos, muito obrigado por terem ido ver-nos nos lugares onde passámos, esta semana foi muito fize, e vemo-nos em breve!
Paul: Nós amamos-vos e vemo-nos em breve! "

Fonte: BLG BR

11 de novembro de 2010

PopLine

Mais uma entrevista dos Boys Like Girls durante a sua passagem pelo Brasil.

22 de outubro de 2010

Jessie TV - Entrevista

Os Boys Like Girls estão no México e deram uma entrevista a Jessie Cervantes para a JessieTV.

2 de outubro de 2010

Entrevista VH1

O Martin e o Paul responderam a uma pergunta para o canal VH1, onde dizem qual o impacto que a educação musical teve nas suas vidas.




 
Fonte: BLG BR

5 de julho de 2010

Entrevista - DOSOMETHING.ORG

Na semana passada, o Martin e o Paul dedicaram um pouco do seu tempo para fazerem uma entrevista com o DoSomething.org.
Os rapazes conversaram sobre como a fama e as tours ainda não atrapalharam para eles fazerem a diferença.
No primeiro vídeo, eles falaram sobre a razão de a educação musical ser importante nas escolas. Na outra parte da entrevista, o assunto foi sobre os Boys Like Girls estarem envolvidos em campanhas de prevenção ao suicídio.
Para leres um pouco mais sobre a entrevista (em inglês) clica aqui.





Fonte: BLG BR

28 de junho de 2010

Entrevista com Bryan

No passado dia 25 de Maio, foi realizada uma entrevista ao Bryan durante o Bamboozle Roadshow.
A entrevista está divida em duas partes.



27 de junho de 2010

Martin - Entrevista Buzznet

O Martin gravou uma entrevista com a Buzznet durante o Bamboozle Roadshow. Na entrevista, o Martin fala sobre os Boys Like Girls estarem a apoiar a campanha "To Write Love On Her Arms", fala sobre a sua nova tatuagem, podemos mesmo vê-lo a tatuar-se a ele próprio, e fala também sobre o que gosta de fazer na tour além de actuar.

22 de junho de 2010

Entrevista TCDC

O John e o Paul deram uma entrevista à TCDC Media, onde falaram sobre o Bamboozle Roadshow e sobre como é estar em tour.

14 de maio de 2010

Garage Band

O John e o Paul gravaram uma entrevista no dia 5 de abril, antes do show no Air Canada Center, em Toronto.
Em baixo fica o vídeo.


11 de maio de 2010

Alter The Press!

O site Alter The Press! fez uma entrevista com o Bryan, o baixista da banda.
Em baixo fica a tradução.
"Pouco antes de entrar em palco para o concerto de lançamento do "Love Drunk" no Reino Unido em Londres, Bryan Donahue da banda de quatro integrantes de pop/rock de Massachussets, Boys Like Girls, sentou com o Alter The Press! para uma entrevista.

Bryan falou com o ATP sobre "Love Drunk", trabalhar com Taylor Swift, fazer parte do desfile de Acção de Graças da Macy's em 2009, a verdade sobre o que realmente aconteceu com o vocalista Martin Johnson na Escócia da última vez que vieram e mais.

Alter The Press: Esta é a segunda vez que vocês vêm com o lançamento do vosso último disco "Love Drunk". Vocês estiveram aqui literalmente há dois meses.

Bryan Donahue (baixo): É, fazem apenas dois meses desde que estivemos aqui, para uma pequena 'corrida', para festejar o lançamento do "Love Drunk". Ele sai hoje, mas nós encorajamos todos os fãs que vêm aos concertos para apenar baixá-lo. Dizemos isso para cada fã de cada país. Se não vende onde tu estás, e não consegues encontrá-lo, encontrar um amigo que tenha, e conseguir tê-lo em mãos. Não somos fissurados em recordes de vendas e números, é 2010, o jogo mudou todo, e nós só queremos que todos tenham a nossa música e que tenhamos tantos fãs quanto possível. Antes dessa pequena passagem em Fevereiro, fazia um bom tempo que não vínhamos aqui e, no futuro, nós definitivamente queremos vir aqui com mais frequência, sem ter um enorme espaço de tempo [para voltarmos].

ATP: Como foram os concertos em Fevereiro?
Bryan: Foram bem quentes e convidativos. Os nossos fãs sempre nos apoiam em todos os países, especialmente aqui, depois de não fazer tours por um bom tempo. Os fãs divertiram-se, nós divertimos-nos, foi óptimo.

ATP: "Love Drunk" já está lançado nos Estados Unidos desde Setembro, e até chegou à 8ª posição do Billboard 200.
Bryan: Tabelas são boas mas não é algo que está nas nossas mentes. Nós recebemos um e-mail de nosso empresário em Nova Iorque, e eles dizem-nos "É aqui que a música está, está a ir bem e continuem o bom trabalho." Nós normalmente ficamos muito ocupados a fazer entrevistas, meet and greets e concertos para acompanhar como a música está nas tabelas. E muda muito rápido também, [a música] pode estar no topo um dia e em último no outro. Fomos abençoados até agora, com todo o sucesso dos nossos singles e o apoio das rádios e, claro, de nossos fãs; não estaríamos nenhum lugar sem eles. Se uma música vai bem na rádio, é óptimo, mas somos interessados em ficar prontos para o próximo concerto. Como, por exemplo, hoje é o concerto de lançamento do nosso disco, e estamos muito animados que o "Love Drunk" foi finalmente lançado aqui no Reino Unido. Mas nós estamos animados por nos apresentar-mos neste local hoje. A última vez que estivemos aqui, nós tivemos a ajuda dos Plain White T's, esta casa de espetáculos é demais e apresentarmo-nos aqui é realmente bom. Pessoalmente, estou a pensar no concerto de hoje à noite mais do que de como o disco está a ir na primeira semana no Reino Unido.

ATP: Como comparas o "Love Drunk" com o lançamento do vosso auto-entitulado?
Bryan: Sentimo-nos como se crescessemos, não apenas como uma banda, e eu não quero dizer isto como 'apenas no estúdio' também. Nós fizemos tourss daquele disco por três anos, muito tempo mesmo, especialmente porque as bandas agora lançam um CD a cada ano . Fizemos tours por três anos e meio, em cada mês desses anos praticamente, e ficas a tocar as mesmas músicas uma e outra vez. Começamos divertir-nos mudando umas partes aqui ou ali, como eu e John (Keefe - baterista) mudávamos o ritmo um bocadinho, para que não ficasse tão certo. Tentávamos que ficasse um pouco mais funk ou groovy e, de acordo com o tempo, todas as músicas antigas apenas cresciam e amadureciam, e ficavam nessa luz; quase como músicas novas. Era assim que queríamos começar o segundo disco. Era onde iriamos pegar em todas as músicas do primeiro álbum, e como elas se desenvolveriam e mudariam nessas novas versões. Apesar de não ser a mesma coisa, ainda temos de tocá-las um pouco mais fortes, um pouco diferente. Nós pegamos aquele ponto de saltar e usamos no estúdio, como vermos como as músicas iriam ficar ao vivo depois de alguns anos, e colocávamos aquela atitude na música. O segundo disco é definitivamente mais diverso; não é o pop/rock puro. Nós colocamos um pouco de cada. Temos um dueto com a Taylor Swift que meio que pincelou um pouco de country, tem outra música chamada "The First One", onde tem um pouco de vibe country também. Mas ainda temos um hard rock dos anos 80 também, no qual todos nós crescemos ouvindo. Os nossos pais ouviam e, claro, transformaram aquilo na gente; são todas as coisas com que crescemos. O segundo álbum definitivamente parece o irmão mais velho do auto-entitulado, mais ou menos isso.

ATP: Como é que a Taylor Swift entrou na equação?
Bryan: A Taylor é uma óptima artista e fez um óptimo trabalho em cruzar o ser-totalmente-uma-artista-country para uma escritora/cantora/country/pop. Ela simplesmente toma conta do género feminino, ela é a rainha das cantoras femininas agora, acho eu . Como nós acabámos por a ter no nosso disco foi porque ela tinha um artigo no Wall Street Journal, eu acho, e ela mencionou-nos, e à nossa música, "Hero/Heroine". Uma semana depois, nós vimos um vídeo dela a fazer uma cover desta música num de seus concertos, e  ficámos muito emocionados por isso. Depois disso, entrámos em contacto com ela e dissemos que éramos grandes fãs dela e que era uma honra e um privilégio por ela gostar de nossa banda e fazer cover de uma das nossas músicas, e que agradecía-mos. Ficámos em contacto e quando estávamos no estúdio e gravámos a música, "Two Is Better Than One", ficamos a ouvir no playback e pensámos que soava bom, estava pronta, mas não parecia certa. Pensámos que precisava do lado oposto da história, a perspectiva feminina. Nós chamamos-a e perguntámos se ela estaria interessada, mandámos-lhe a música, ela ouviu e disse que a faria. Fomos muito abençoados por ela dizer sim porque ela fez a música e levou-a a um novo patamar. O John, na verdade, tocou em uma ou duas músicas do último disco dela, então foi tipo recíproco; ela contou connosco e o John fez umas batidas. Esperamos que tenha mais colaborações daqui pra frente.

ATP: Foi anunciado que o vídeo para o novo single, "Heart Heart Heartbreak", está pronto. O que podemos esperar ver?
Bryan: Na verdade, é engraçado. Nós fizemos um vídeo antes de começarmos a nossa tour no Canadá, há algumas semanas, e desde então, o vídeo tem sido substituído. Eles enviaram-nos uma versão crua do vídeo; demos uma vista de olhos e dissemos que não poderíamos usar aquilo. Não saiu do modo que todos imaginaram. É a primeira vez que subsitituímos alguma coisa e temos que começar de novo.

ATP: Como foi estar no desfile de ação de graças do Macy's no ano passado?
Bryan: Foi a primeira vez que participamos num desfile ou qualquer coisa que pudesse cair no género de desfiles. Foi bom. Foi uma experiência bem única porque tinham tantas pessoas enfileiradas nas ruas de Nova Iorque naquele dia. Eles disseram "aqui está o vosso carro, fiquem no topo, acenem para as pessoas conforme andam e quando pararem em frente da câmera para todas as pessoas das [envolvidas em] notícias para comentar como é apresentarem-se num dos carros, dois de vocês ficam aqui em baixo e dois tocam no topo". Estava frio, mas nós tivemos uma experiência e oportunidade tão grandes que não poderíamos recusar. Estivemos num desfile, pelo amor de Deus! O desfile do Macy's, e foi demais. Ficamos tipo "quem nos convidou? Somos apenas idiotas de Boston! Ninguém quer acenar para nós!"

ATP: Então não sabes como tudo aconteceu?
Bryan: Acho que alguém falou com alguém que trata da nossa agenda, e procurava alguém para se apresentar, e "Two Is Better Than One" estava a ir bem na rádio; foi como um "acordo de estrelas destinadas". Éramos a banda certa, na hora certa. Eles perguntaram ao nosso empresário e foi realmente como um tipo de "estrelas destinadas", foi tipo, "Hey, vocês querem participar do desfile do Macy's?" "Lógico que queremos!"

ATP: Deve ter sido demais porque toda a tua família e parentes assistiram.
Bryan: A minha mãe ficou tão orgulhosa! Ela gravou e tudo e disse "Tu já chegaste a ver? Eu gravei e tudo!" e eu disse "sim, mãe, eu vi no YouTube." É assim que os nossos pais são, com tudo que a banda faz, tipo quando aparecemos na TV, eles sempre gravam no TiVo ou qualquer coisa.

ATP: Vocês disseram que a banda já está a trabalhar no disco que sucerderá o "Love Drunk". Qual é a actualização até agora?
Bryan: Estamos sempre a trabalhar, a escrever, especialmente o Martin (Johnson - vocalista). Ele sempre foi o tipo de criança que, quando uma ideia começa a surgir na sua cabeça, é difícil de o fazer parar, até mesmo quando é uma pequena ideia, como uma ideia de guitarra ou melodia vocal. Ele pára tudo para tratar disso antes que esqueça. O Martin tem óptimas ideias, alguns esqueletos de músicas, e precisamos de entrar nisso, completar os dentes, músculos, ossos e tudo mais. É muito cedo para dizer como está a sair, ou como é que irá soar, tipo, ainda estamos focados no "Love Drunk", mas estamos sempre a olhar para o futuro e o que vem para nós. Não é para apenas ficarmos ocupados, porque temos muito tempo na estrada, mas para ficar no topo do nosso jogo de continuar na prática, ficar frescos e ter sempre material novo.

ATP: Este Verão vocês serão uma das bandas a apresentar-se no Bamboozle Roadshow com os All Time Low e os Forever The Sickest Kids?
Bryan: Somos nós, All Time Low, LMFAO e Third Eye Blind. Nós iremos agarrar uma dica da tour dos Fall Out Boy, onde os Cobra Starship e os All Time Low revezavam. Ninguém irá tocar em primeiro ou em último toda noite. Os horários irão ser revezados, tipo como na Warped Tour. São dois palcos diferentes, as menores bandas e então o palco principal, que abre mais tarde, o qual Hanson e Good Charlotte abrem todos os dias. E então são os quatro principais que trocaram os horários todos os dias. No passado, o Bamboozle Roadshow sempre foi quatro/cinco bandas, como uma tour normal, e agora parece que eles estão a tentar algo como Warped Tour. Essa tour vai ser muito divertida porque nós já fizemos tours com metade dessas bandas pelo menos uma vez, então será como um acampamento de Verão móvel; autocarros estacionados atrás de autocarros, uns perto dos outros. É como uma comunidade de casas móvel, ou algo assim, porque ficas num autocarro toda a noite e então apareces na casa de espetáculos no outro dia, todos estão a sair dos seus autocarros também, e é tipo, "E aí, pessoal, o que vão fazer? Querem almoçar? Jogar um pouco de basquete?"

ATP: Existiram muitos rumores a circular sobre o que aconteceu quando a banda veio para o Reino Unido da última vez. Só para resolver isso, o que realmente aconteceu na Escócia com o Martin? (Martin foi parar ao hospital depois de ser espancado)
Bryan: Eu vi o início, dele a apanhar. Foi depois do concerto acabarbou, a casa de espetáculos virou um bar e foi entre ele e um guarda. Quando eu os vi a discutir, eu pensei que aquilo não iria acabar bem, e corri para encontrar o nosso empresário, que é um gajo mais forte e que deveria estar a tomar conta de nós. Eu corri a gritar "Chris! Chris! O Martin precisa da nossa ajuda! Mexe esse rabo daí!" Ele é um tipo grande, e dobrou a segurança para nós, porque ele é muito grande. Ele estava literalmente a puxar guardas de cima do Martin como se eles fossem camisas molhadas. Eu não sei o que realmente aconteceu, mas sei que a segurança saltou para cima do Martin e tentou mandá-lo para fora, e que ele disse que não tinha feito nada de errado, e ele não tinha mesmo feito nada de mal. Eles só o viram a falar com um rapaz e pensaram que ele estava a tentar brigar com elera, e tentaram expulsá-lo. Ele disse "Eu não fiz nada de mal, eu não quero sair, eu toquei aqui mais cedo. Eu só estou a tentar beber algumas cervejas com os meus amigos." Ele não saiu e a última coisa que sabemos, bam, informações exageradas. Isso foi algo que nunca deveria ter acontecido. Graças a Deus, Martin não partiu a cara, só alguns arranhões, nada de mais. Eu só espero que se nós tocarmos naquela casa de espetáculos outra vez, que os mesmos seguranças não estejam a trabalhar, porque eu tenho certeza de como eles são e eu ficaria tipo "Tu! Tu e eu temos de conversar!"

ATP: Quando vocês irão voltar ao Reino Unido?
Bryan: Não ouvi nem vi nada sobre uma tentativa de tour, mas, de topo de minha cabeça, se não voltarmos no Outono ou Inverno, eu acho que iriamos voltar no início do próximo ano. Não queremos que exista um espaço de tempo muito longo durante as tours, como da última vez, porque isso só nos prejudica, então queremos voltar com mais frequência.

ATP: Qual é o plano para depois deste concerto?
Bryan: Nós vamos voltar para os Estados Unidos e vamos fazer algo na Disneylândia, como uma festa de graduação, onde vamos tocar à noite. Depois disso, alguns concertos aleatórios, depois o Bamboozle Roadshow começa no dia 20 de Maio. Depois, do topo da minha cabeça, eu sei que devemos ir para a Ásia em algum momento ainda deste ano, Austrália, algo sobre ir ao Brasil, muita tour internacional.
Vamos estar a dar um passo de cada vez. De momento, quanto ao lançamento dos Estados Unidos, estamos quase a acabar metade do ciclo do CD e prestes a lançar um terceiro single. Iremos aproveitar o quanto pudermos antes de regressarmos ao estúdio para gravar outro disco, e depois começar tudo de novo.

ATP: Vai haver outro single deste disco?
Bryan: Talvez mais um; não tenho a certeza. Sei que a favorita dos fãs é "Someone Like You", e eu acho que seria um single bom mas duas baladas como singles, talvez seja demais. Depende do departamento de rádios ver qual seria melhor. Talvez "She's Got A Boyfriend Now" ou "Someone Like You", mas não sei.

ATP: Agradecemos, Bryan. Tens mais alguma coisa que queiras acrescentar?
Bryan: Obrigado aos nossos fãs e aos seus leitores. Nós amamo-vos e vejam a minha companhia de guitarras, VentureGuitars.com."

Fonte: BLG BR

6 de maio de 2010

Fuse

A banda fez uma entrevista com a Fuse, na qual  falam um pouco do "Love Drunk", de como cresceram como músicos, dos seus singles, e muito mais.



Fonte: BLG BR

3 de maio de 2010

Black Velvet

A revista Black Velvet publicou uma entrevista com o Martin.




"Alguém Como Tu


Os Boys Like Girls estão de volta com um incrível segundo álbum chamado "Love Drunk". O álbum tem 11 faixas cheias de coisas boas - da favorita da Black Velvet "Contagious" para a com a participação de Taylor Swift "Two Is Better Than One". Com outra faixa sendo a romântica "Someone Like You", Black Velvet não resistiria perguntar ao vocalista Martin Johnson algumas perguntas relacionadas à "alguém".

Ele começou por nos contar sobre "Someone Like You" sem nem começarmos a atirar as nossas perguntas, pouco antes de um show com venda esgotada em Birmingham Academy 3, onde viram a banda convidar fãs para o palco durante a última música, e Martin subiu ao poste de luz e pendurou-se nele.

"Essa música foi para mim uma das músicas mais pessoais no álbum. Eu comecei a escrevê-la quando terminá-mos de escrever o primeiro disco. Sabes, quando te sentes um pouco perdido quando estás em tour. Mostra como ser tipo sem tecto aqui. Quando estás em tour... apesar de fazer tours ser uma das melhores partes integrar uma banda, às vezes é realmente difícil encontrar um lugar e encontrar quem és e definir o Martin que não está na banda ou apresentar-te como deve ser. Quando está num bar ou num camarim, não tens para onde ir ou um lugar para descobrir o que tudo é. Às vezes é difícil aproveitar algo. Então [a música] é tipo sobre a emoção, combater o amor e talvez dizer que o amor vai salvar isso e dar-te o equilíbrio e encontrar um lar para ti."
Black Velvet: Quem foi o teu primeiro ídolo ou herói quando eras uma criança?

Martin Johnson: Eu diria que provavelmente o meu pai ou o meu primo, quando estava a crescer. O meu pai colocava-me de frente para a televisão quando eu tinha dois ou três anos. Ele colocava pra tocar aquela cassete VHS de Simon & Garfunkel ao vivo no Central Park. Eu assistia todo o dia e aprendia tudo. Isso meio que inspirou-me a ser um cantor, e ele envolveu-me com música em todos os modos e isso foi muito bom. O meu primo tocava numa banda de punk rock chamada The Anti-Heros. O mu primeiro concerto foi quando eu tinha 11 anos. Foi num lugar bem punk rock igual ao CBGBs chamado The Ratskeller em Boston e eu tinha 10 ou 11 anos e estava encantado com toda a energia entusiástica vinda do público e encantado de como era a apresentação ao vivo. Eu acho que sou mais inspirado em membros da família e ver assim perto e pessoal do que eu já fui de grandes ídolos, como um óptimo cantor de alguma banda ou de alguma banda mesmo, ou de ter celebridades como ídolos. Sempre fui mais tomado por coisas que me rodeavam, coisas que eu pudesse ver e tocar e querer fazer aquilo por mim mesmo e querer encontrar o meu tipo de caminho.

BV: Quem foi a primeira pessoa que deu uma chance à banda ou que deu um empurrãozinho no início?

MJ: Eu diria que a Internet ajudou muito. Eu não diria que foi uma pessoa. Nós temos um modelo ou ponto de vista em entender quando as crianças fazem dowloads das músicas ilegalmente, nós não vamos reclamar sobre isso porque é a geração em que crescemos. Estamos em 2010, isso acontece, então... não podemos impedir os fãs se eles estão nos concertos à espera na fila, com as nossas camisolas vestidas, a gritar as músicas, se eles acabaram por roubar as músicas da internet, é assim que as coisas estão. Mas acho que tivemos o nosso início, a primeira pessoa que nos deu uma mudança foi a internet. Sites como MySpace e sites de compartilhamento de arquivos onde podea dar sua música de borla, e PureVolume. Fomos descobertos fora da Internet e isso fez.nos capaz de fazer tours pelos Estados Unidos e as pessoas sabiam as palavras das nossas músicas sem nem lançarmos um álbum e eu achava que era bem cool.

BV: Quem te tem inspirado ultimamente?

MJ: Acho que o que me tem inspirado é estar a crescer com a minha banda. Sempre fomos melhores amigos mas passar por esse processo de fazer o novo disco e lançá-lo por todo o mundo tem realmente  inspirado-me a assistir às relações da banda crescerem e desenvolver isto em algo muito especial. Iremos para casa e iremos ter que sair todos os dias estando em tour ou não. É como aquele laço de irmãos e cada um desses rapazes, de modo que crescemos, Bryan e John nos últimos sete anos ou algo assim e Paul nos últimos quatro, tem sido bem bom e mantém-me no caminho certo e faz-me querer fazer a coisa certa e ser-lhes leal todos os dias.

BV: Com quem desejas que fosses mais parecido? Tens alguém com uma personalidade diferente ou talentos diferentes que gostarias de ser parecido?

MJ: Acho que não. Acho que estou muito feliz com quem sou. Definitivamente existem coisas que eu esforço-me em ser melhor todos os dias, coisas pequenas, como tento não me irritar com coisas idiotas, e coisas como reciclar, e ter a certeza que não sou desarrumado e que nunca tenha uma má atitude. Mas quanto à música e sonhos... é algo que tenho trabalhado, a música sempre foi a minha inspiração, é algo que eu tenho feito desde que comecei a falar; eu quis ser capaz de me apresentar e ver o mundo e ser capaz de cantar para várias pessoas e apresentar a minha pessoa e personalidade para muitas pessoas.

BV: Quem não conseguia parar de ouvir o "Love Drunk" quando terminou o disco e tinha uma cópia final?

MJ: Acho que todos temos muito orgulho dele. Acho que de ambos os discos que criamos, é como se terminasse uma pintura que tu querias ver, ter a certeza que todas as perfeições estão ali e que fizeste um bom trabalho. Tu continuaa a olhar e vês bocados diferentes que colocaste que talvez te tenhaa esquecido e ouves as faixas e completas, especialmente depois de todas as lutas que passaste a fazer isto, o quão difícil foi, especialmente eu, como escritor, definir como vamos sair com o nosso disco e definir o som que vamos apresentar para os nossos fãs e para uns aos outros e ser capaz de tocar ao vivo todas as noites; acho que é algo que todos avaliamos e escutamos várias vezes quando estava a terminar."

Fonte: BLG BR

25 de abril de 2010

Bliss Magazine

A revista britânica, Bliss Magazine publicou um artigo sobre os Boys Like Girls.

(clica na imagem para ampliar)

"Rapazes em Tour


Rapazes gostam de raparigas. E nós gostamos deles também!

Os bonitos rockeiros americanos dos Boys Like Girls convidaram-nos para os bastidores do concerto de Londres. Quando chegámos, descobrimos fãs na fila em volta do bloco numa chuva fria, esperando por um vislumbre dos rapazes. Apesar de eles não estarem programados para entrar em palco por cinco horas.

E após uns 30 segundos com os garotos, podemos ver o quanto inspiram esse tipo de devoção - eles são lindos! Fomos esmagados nesse camarim minúsculo e a banda está sentada nesse sofá tão pequeno que estão praticamente sentados em cima dos joelhos uns dos outros. "Está tudo bem, somos bem aproximados!" diz o baterista John, fingindo beijar o guitarrista Paul. Ah, nós amamos um pouco de romance!

Toucador

Esqueça os liríos brancos e cachorrinhos- os rapazes são simples no camarim. "Sim, nós pedimos algumas raparigas nuas, mas não vejo nenhuma!" brinca o vocalista Martin. Entretanto, há um frasco de pó para bebés na mesa. "É para o nosso cabelo, meu! É muito melhor que shampô seco," eles explicam. "Aqui, vou demonstrar," diz Martin, pegando a garrafa - e acidentalmente jogando tudo nas calças pretas de Paul. Ups.


Cantem-nos uma música

Felizmente, os rapazes dizem-nos que são tão amigos que  até têm o seu modo de comunicar. "Além de apenas falarmos entre nós, expressamos os nossos sentimentos através da música," explica o baixista Bryan. "Então eu fico 'hey meu, como você está, lalala'; o tom e as palavras não são importantes - é o que estiver nas nossas mentes naquele momento." Agora há apenas uma coisa na nossa mente - e é como entrar no autocarro de tour dos rapazes para que possamos estar com os BLG para sempre!"

Créditos: BLG BR

Rolling Stone

Devido ao concerto que os Boys Like Girls fizeram para a Sony no dia 24 de Março, algumas revistas falaram da banda e do evento.
Em baixo fica a tradução da entrevista deita pela Rolling Stone.

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"Boys Like Girls: Vivendo o sonho


Uma das maiores bases de fãs do rock levaram quatro amigos de dormirem no chão para apresentarem-se em grandes casas de espetáculos em apenas três anos. Aqui está o porquê de que a chegada à fama dos Boys Like Girls foi um sonho que se tornou realidade.

Como aprenderam a tocar música?

Martin: Na guitarra, eu tentei ficar sem aprender o mais que pude de propósito. Eu pegava nela apenas para escrever as minhas próprias músicas. Como cantor, nunca treinei tons e recusei-se de propósito a aprender como ler músicas porque senti que ver notas em páginas tornava isso matemático para mim e eu sempre quis que fosse sobre o sentimento.

Paul: As coisas importantes sobre estar numa banda são as coisas que aprendes por realmente fazeres aquilo ser mais do que os acordes e regras sobre o que podes ou não podes fazer.

Como é que colaboram como banda?

John: Equilíbrio é a resposta de estar numa banda. É bom ter personalidades diferentes e estilos musicais e formas de olhar as coisas de modo a que acabes por fazer o melhor produto no final do dia.

Bryan: Estás a trabalhar num bocado de uma música e finalmente isso faz click e faz sentido para todos. Não consegues arranjarr palavras para isso.

Como é que a tecnologia teve impacto na vossa carreira?

Martin: A tecnologia e a cultura pop têm uma grande influência na nossa divulgação e o modo que preparamos música. Todas as nossas demos foram feitas nos nossos notebooks. Devemos muito à Internet porque fomos descobertos nela. As crianças conheciam as nossas músicas porque as ouviam online. Eles escolhem quem acham que são os melhores.

Como é ouvir os fãs a cantar as vossas músicas?

Paul: No começo, nós tocávamos em concertos para 20 pessoas e nenhum deles sabia quem eramos e as tours começaram a crescer e a crescer e cada vez haviam mais e mais pessoas a cantar em conjunto.

Martin: Eu amo conseguir parar de cantar e ouvir o público cantar. É um dos melhores sentimentos do mundo. É bom ouvir o público inteiro a cantar como uma única voz.

Como é que a Sony ajudou os vossos sonhos a tornarem-se realidade?

Martin: Quando começámos com a Sony Music, queríamos realmente  manter o nosso som underground e criar uma base de fãs antes de levar a música às rádios. É espantoso fazer parte da família Sony e apenas saber que história está aqui. É realmente uma honra."
 
Créditos: BLG BR

26 de dezembro de 2009

Vídeos: Entrevista Z100's Jingle Ball

Já podes ver dois vídeos abaixo de uma entrevista com a imprensa que os Boys Like Girls fizeram no dia do Z100's Jingle Ball.
No primeiro vídeos, a banda comenta sobre o quanto gostam da cantora Taylor Swift (que participou na música "Two Is Better Than One").
No segundo vídeo, falam sobre como gostam da atenção que recebem de todos.